
Falar de Economia Solidária é falar de outro jeito de produzir, trabalhar, vender, comprar e construir desenvolvimento. Em vez de uma lógica baseada apenas na competição e no lucro de poucos, a Economia Solidária valoriza a cooperação, a autogestão, o trabalho coletivo, a geração de renda e o fortalecimento de iniciativas populares. No nosso mandato, essa pauta foi tratada como política pública. Atuamos junto ao movimento da Economia Solidária para defender espaços públicos, garantir emendas, fortalecer feiras, promover diálogo com o poder público e criar instrumentos institucionais de apoio ao setor.
Porque gerar trabalho e renda também é papel da cidade. E uma cidade justa precisa reconhecer quem produz, vende, cria, cozinha, costura, planta, organiza, empreende coletivamente e movimenta a economia local todos os dias.
• Trabalho e renda com dignidade: A Economia Solidária cria caminhos para que pessoas e grupos possam gerar renda com autonomia, cooperação e organização coletiva.
• Fortalecimento dos espaços públicos de produção e comercialização: Centros públicos, feiras, hortas comunitárias e eventos populares são fundamentais para dar estrutura, visibilidade e continuidade às iniciativas solidárias.
• Cooperação em vez de exploração: A Economia Solidária valoriza relações de trabalho mais justas, com participação, partilha, responsabilidade coletiva e respeito a quem produz.
• Política pública com orçamento e estrutura: Sem recurso, espaço, apoio técnico e diálogo com o poder público, a Economia Solidária fica fragilizada. Por isso, defendemos que essa pauta esteja no planejamento e no orçamento da cidade.
• Valorização da cultura popular e da produção local: A economia também acontece na praça, na feira, na horta, no artesanato, na comida, na música e nos encontros que fortalecem vínculos comunitários.


Aprovamos o Projeto de Resolução que criou a Frente Parlamentar em Defesa da Economia Solidária.
A criação da Frente foi um passo importante para fortalecer a pauta dentro da Câmara Municipal, criar espaço de diálogo com o movimento e defender políticas públicas de geração de trabalho e renda.
Em um contexto em que tantas pessoas enfrentam desemprego, informalidade e dificuldade para garantir renda, a Economia Solidária precisa ser reconhecida como uma estratégia concreta de desenvolvimento social e econômico.
Nosso mandato lutou junto com o movimento da Economia Solidária pela manutenção do Centro Público de Economia Solidária Herbert de Souza, o “Betinho”, em seu prédio original. Esse espaço é uma referência para trabalhadoras, trabalhadores, empreendimentos, feiras e atividades ligadas à Economia Solidária. Defender o Centro Público é defender uma estrutura concreta para que essa política exista no cotidiano da cidade. Em 2022, nosso mandato destinou emenda parlamentar para a reforma do Centro Público, que foi reaberto e voltou a receber importantes atividades da Economia Solidária, como a VI Conferência Municipal de Economia Solidária e a Eleição do Conselho Municipal de Economia Solidária.

O Centro Público de Economia Solidária Rosa Sundermann foi idealizado para ser um espaço de trabalho, produção, fortalecimento e autonomia para mulheres. O local também foi palco de uma homenagem à companheira Jussara Florêncio, reafirmando a memória de mulheres que ajudaram a construir a luta popular, a organização coletiva e a Economia Solidária em São Carlos.
Para nós, memória também é parte da política pública. Reconhecer quem veio antes fortalece quem segue construindo. Jussara presente!
Nosso mandato destinou emenda parlamentar para apoiar a horta comunitária no Centro Público de Economia Solidária Rosa Sundermann. A horta comunitária fortalece a produção coletiva, a segurança alimentar, o cuidado com o território e a geração de renda. É uma iniciativa que conecta trabalho, alimentação, meio ambiente, mulheres e comunidade. Economia Solidária também é isso: produzir junto, cuidar do espaço comum e transformar a cidade a partir de práticas concretas.

Realizamos, em conjunto com a Frente Parlamentar em Defesa da Economia Solidária, uma audiência pública para discutir a revogação do TAC que proíbe a contratação de cooperativas pela Prefeitura.
Essa discussão é fundamental porque cooperativas podem ser instrumentos importantes de geração de trabalho, renda e inclusão produtiva. Impedir a contratação de cooperativas pelo poder público limita possibilidades de desenvolvimento e enfraquece iniciativas coletivas. A audiência abriu espaço para o debate público, a escuta do movimento e a defesa de soluções que fortaleçam as cooperativas e a Economia Solidária no município.
Nosso mandato atuou como ponte entre o movimento de Economia Solidária e o poder público.
Essa interlocução foi importante para levar demandas à Câmara, cobrar respostas da Prefeitura, defender espaços, organizar debates e garantir que as pessoas que constroem a Economia Solidária fossem ouvidas nos espaços institucionais. Para nós, política pública se constrói com participação. Quem vive a realidade da Economia Solidária precisa estar no centro das decisões sobre essa pauta.

Em 2021, nosso mandato destinou emenda parlamentar para o projeto da UNIARTE, “Florescendo e Empoderando Mulheres”. O projeto aconteceu durante os anos de 2022 e 2023, fortalecendo mulheres por meio da formação, da produção, da autonomia e da geração de renda. Estivemos presentes no encerramento da iniciativa, reconhecendo a importância de projetos que unem Economia Solidária, empoderamento feminino, trabalho coletivo e transformação social.
Estivemos na Incubadora Pública de Economia Criativa e Solidária, a IPECS, localizada no Espaço Kaparaó, em Araraquara. O projeto é uma referência regional, com cooperativas incubadas e ações voltadas à inclusão das pessoas no mercado de trabalho, geração de renda e garantia de emprego.
A visita ajudou a ampliar repertório, conhecer experiências bem-sucedidas e fortalecer a defesa de políticas públicas mais estruturadas para a Economia Solidária em São Carlos.

Aprovamos a Lei nº 23.617/2025, que inclui o Festival de Inverno da Praça XV no calendário oficial de São Carlos. Realizado em junho, o festival fortalece a Economia Solidária, gera renda para feirantes e empreendimentos populares, movimenta a praça e valoriza a cultura popular com produtos, encontros e apresentações musicais abertas à população. Quando um evento popular entra no calendário oficial, ele ganha reconhecimento, continuidade e mais condições de se consolidar como política de cidade.
• Projeto de Resolução — Frente Parlamentar em Defesa da Economia Solidária: Aprovamos o Projeto de Resolução que criou a Frente Parlamentar em Defesa da Economia Solidária.
A Frente fortaleceu a pauta dentro da Câmara Municipal e criou um espaço institucional de diálogo, articulação e defesa da Economia Solidária em São Carlos.
• 2 proposições sobre Economia Solidária: Ao longo do mandato, apresentamos 2 proposições sobre Economia Solidária, entre requerimentos e indicações. Essas proposições ajudaram a cobrar informações, defender espaços públicos, fortalecer o diálogo com o poder público e dar visibilidade às demandas do movimento.
• 3 projetos contemplados com emendas parlamentares: Nosso mandato destinou emendas parlamentares para 3 projetos ligados à Economia Solidária, apoiando iniciativas de estrutura, produção, geração de renda e fortalecimento comunitário. Entre elas, estão a reforma do Centro Público de Economia Solidária Herbert de Souza, o apoio à horta comunitária no Centro Público Rosa Sundermann e o projeto Florescendo e Empoderando Mulheres.
• Emendas parlamentares para Economia Solidária: Ao todo, destinamos R$ 186 mil em emendas parlamentares para ações ligadas à Economia Solidária. Esses recursos ajudaram a fortalecer espaços, projetos e iniciativas que geram trabalho, renda, autonomia e participação popular.


A Economia Solidária mostra que desenvolvimento não precisa ser sinônimo de concentração de renda, exploração e exclusão. Ela aponta outro caminho: mais cooperação, mais autonomia, mais circulação de renda nos territórios, mais fortalecimento das mulheres, mais valorização da produção local e mais participação popular. Ao longo do mandato, atuamos para garantir que essa pauta tivesse espaço, recurso, visibilidade e diálogo com o poder público. Porque uma cidade que fortalece a Economia Solidária fortalece também quem trabalha, quem produz, quem vende, quem cria e quem acredita que outro modelo de desenvolvimento é possível.
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Venha participar da construção de uma São Carlos melhor, mais justa e igualitária.
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