
Juventude não é fase: é gente vivendo a cidade agora. E quando a cidade fecha portas,
corta política pública e abandona espaços de convivência, quem paga a conta primeiro é a juventude - sobretudo a juventude periférica e negra. Por isso, nosso mandato atua pra garantir participação, cultura, esporte, ocupação do espaço público e políticas de vida (e não de abandono).
• Juventude como sujeito de direitos: Acesso à cidade, oportunidades,
políticas públicas permanentes e combate às desigualdades.
• Participação de verdade: Escuta ativa, espaços de decisão
e construção de políticas com a própria juventude.
• Cultura, esporte e convivência: Ocupação dos espaços públicos
com segurança, incentivo e estrutura para viver a cidade.
• Políticas de vida: Educação, trabalho, saúde mental,
prevenção à violência e cuidado com a juventude periférica e negra.
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