
Cultura é o que mantém a cidade viva: é memória, é encontro, é formação, é economia, é ocupação dos espaços públicos. E por isso, cultura precisa de política pública — com participação, transparência e recurso chegando em quem faz a cultura acontecer.
No nosso mandato, cultura é prioridade de um jeito bem objetivo:
acompanhar conselho, cobrar conferência, fiscalizar o fundo, vigiar licitações, defender os recursos e transformar reconhecimento em lei.

A gente travou uma batalha pela reativação do Conselho Municipal de Cultura: fizemos audiência pública, reuniões e aprovamos uma emenda obrigando a Prefeitura a realizar a Conferência Municipal para eleger o Conselho.
Depois, quando o Conselho foi reativado com pouca participação do poder público e isso gerou crise, o setor cultural se reorganizou, construiu a Conferência e restabeleceu o Conselho.
A gente fiscaliza periodicamente os recursos da cultura. Protocolamos requerimentos cobrando transparência na utilização do Fundo Municipal de Cultura e acompanhamos licitações e decisões que impactam a política cultural do município.
Quando recurso existe e não vira entrega, a cidade perde. Por isso, a gente denunciou a ineficiência da Prefeitura ao deixar de usar R$ 370 mil da Lei Paulo Gustavo que seriam para criar uma sala de cinema em São Carlos — e o município teve que devolver o recurso, perdendo um novo espaço público de cultura.
Nos momentos em que a cidade precisou decidir caminhos, a gente esteve junto:
participamos e acompanhamos audiências e debates sobre editais e recursos, e em 2025 presidimos a Audiência Pública da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reforçando transparência e participação social na discussão sobre o dinheiro da cultura.
Em 2025, aprovamos a lei que inclui o Festival de Inverno da Praça XV no calendário oficial de eventos de São Carlos.
Na prática, isso fortalece um evento que movimenta a cidade, valoriza a cultura popular e ajuda a gerar renda — com programação aberta para a população.
Em 2025, aprovamos a lei que inclui o Dia do Choro no calendário oficial de São Carlos, celebrado em 23 de abril.
É um reconhecimento da importância do choro para a cultura brasileira e para a tradição cultural da cidade — valorizando músicos locais e aproximando a população desse gênero.

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